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	<title>Reação Ambiental - Você já fez algo sustentável hoje?</title>
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		<title>Projeto Corinthians e o Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[banco cruzeiro do sul]]></category>
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		<description><![CDATA[50 jogos, 13.800 árvores plantadas e 88 gols
Por Eduardo Taras
Olá amigos! No ano do centenário do Corinthians segue uma ótima noticia sobre o compromisso com a responsabilidade ambiental que o clube vem fazendo e propondo a partir deste modelo.
Vale a pena torcer para dar certo!
Como o Timão joga pelo Meio Ambiente
Para se combater o aquecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>50 jogos, 13.800 árvores plantadas e 88 gols</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por Eduardo Taras</p>
<p style="text-align: justify;">Olá amigos! No ano do centenário do Corinthians segue uma ótima noticia sobre o compromisso com a responsabilidade ambiental que o clube vem fazendo e propondo a partir deste modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena torcer para dar certo!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como o Timão joga pelo Meio Ambiente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para se combater o aquecimento global é preciso mais do que discurso. É preciso ação. É este o compromisso do Corinthians. O projeto prevê ações eficazes contra o aquecimento global em duas direções:</p>
<p style="text-align: justify;">•	Compensação e redução de gases do efeito estufa</p>
<p style="text-align: justify;">•	Educação socioambiental</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Redução e compensação  de GEE (GASES DE EFEITO ESTUFA):</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mundo inteiro está mobilizado para diminuir as emissões de gases do efeito estufa.  Esta redução se dá por intermédio de práticas ambientais mais limpas, como a coleta de lixo seletiva, o  uso de materiais reciclados, a diminuição dos gastos com energia, com transporte, etc.   O Corinthians e o Banco Cruzeiro do Sul estão participando de oficinas e workshops para conhecer este assunto e adotar estas práticas. Já a compensação se dá com o plantio de árvores que seqüestram o gás carbônico da atmosfera.  O Banco Cruzeiro do Sul se compromete a plantar 100 árvores para cada jogo e mais 100 a cada gol do Timão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos implantando o projeto Jogando pelo Meio Ambiente para que haja uma sensibilização de todos para a questão ambiental. Nosso objetivo é promover uma conscientização sobre a causa do meio ambiente. A preocupação neste momento é com as futuras gerações”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem mais. Todas as partidas disputadas durante o ano de 2010 têm suas emissões de carbono calculadas e neutralizadas com o plantio de mais árvores. Neste cálculo, são levadas em consideração as principais atividades que envolvem emissão de carbono num jogo de futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">- Meios de transporte usados pelos jogadores e demais membros da equipe técnica no trajeto clube/estádio</p>
<p style="text-align: justify;">- Energia consumida durante o período do jogo</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde e como é feito o plantio?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Contando os jogos, os gols e a carboneutralização, o projeto já tem 16 mil árvores na somatória. As mudas estão sendo plantadas na Reserva Florestal Corinthians – Banco Cruzeiro do Sul. A estimativa é que este número chegue a 26 mil até o final do ano de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais espécies são plantadas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que o plantio siga os padrões técnicos e garanta uma floresta sustentável, é preciso que existam pelo menos 100 espécies nativas, como Ipê roxo, amarelo, Jatobá, entre outros. O Banco Cruzeiro do Sul se compromete a cuidar das mudas durante 2 anos, até que elas fiquem fortes para seguir em frente sozinhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Educação socioambiental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Só se muda um comportamento a partir da conscientização e sensibilização das pessoas. Este é o objetivo do projeto Jogando pelo Meio Ambiente.  Durante os jogos, são distribuídos materiais promocionais com o endereço deste site, que tem conteúdos de conscientização e educação ambiental. Além disso, membros do time e das torcidas organizadas participaram de oficinas e workshops com orientações para práticas ambientais responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em breve todos poderemos participar destas oficinas, o clube esta criando temas e espaços inscrições no site.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é mais um exemplo de projetos que podem dar certo para se combater / controlar o aquecimento global.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5778" src="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/09/timao_ambiente-447x283.jpg" alt="" width="447" height="283" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, mais do que ficar assistindo e debatendo temas ambientais é preciso ação; ação de cada um de nós! A partir deste exemplo dado pelo clube convido, a todos refletir sobre como cada um de nos pode também “repor” o que emitimos de gás garbonico no dia a dia em nossas cidades&#8230; vamos fazer, vamos compensar.</p>
<p style="text-align: justify;">OBS: Mais informações podem ser obtidas no site do Corinthians (<a href="www.corinthians.com.br">www.corinthians.com.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Abraços.</p>
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		<title>Charge de sexta</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 13:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Esotico</dc:creator>
				<category><![CDATA[charge na sexta]]></category>
		<category><![CDATA[charge]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[índio]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amigos,
com um pequeno atraso, segue a charge de sexta!

Forte abraço.

					
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					]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos,</p>
<p>com um pequeno atraso, segue a charge de sexta!</p>
<p><a href="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/09/botocudo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5774" title="Botocudo" src="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/09/botocudo.jpg" alt="" width="543" height="373" /></a></p>
<p>Forte abraço.</p>
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		<title>Dia mundial sem carro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 22:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[contribuição]]></category>
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		<category><![CDATA[transporte]]></category>
		<category><![CDATA[World Carfree Network]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amigos!
Nos últimos dias estamos sentindo na pele os problemas causados pela escassez de chuvas e falta de umidade relativa no ar em todo o nosso país. Boa parte dos habitantes dos grandes centros urbanos estão sofrendo no dia-a-dia com o clima seco porém sem dar contribuições relevantes para que a situação seja amenizada.
Neste contexto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá amigos!</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias estamos sentindo na pele os problemas causados pela escassez de chuvas e falta de umidade relativa no ar em todo o nosso país. Boa parte dos habitantes dos grandes centros urbanos estão sofrendo no dia-a-dia com o clima seco porém sem dar contribuições relevantes para que a situação seja amenizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto o tempo segue e estamos nos aproximando mais uma vez do Dia Mundial Sem Carro.  Este dia é celebrado anualmente em 22 de setembro desde 1998, quando mobilizou 35 cidades francesas em torno desta causa, e desde então conta com um número crescente de adeptos a cada ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Este dia vem com o grande objetivo de alertar a todos para o impacto do nosso comportamento cada vez mais individualista em relação a nossa forma de locomoção pelos centros urbanos, tornando a atmosfera cada vez mais carregada de resíduos tóxicos reduzindo a qualidade do ar e por consequência a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós do Reação Ambiental iniciamos desde já a reflexão sobre o tema a fim de estimular a todos os leitores e colaboradores a tomarem atitudes efetivas não só para o dia 22/09, mas visando a mudança de alguns de nossos hábitos para reduzirmos o impacto que causamos colocando nossos carros, motos e outros meios de transporte motorizados que causam consequências danosas diversas no meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para promover o início desta reflexão encerro este post com uma breve explicação sobre o Dia Mundial Sem Carro proporcionada pelos organizadores do World Carfree Network, organização internacional em defesa da mobilidade sustentável:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Nós não queremos apenas um dia de celebração e depois retornar à &#8216;vida normal&#8217;. Uma vez livres dos carros, as pessoas deveriam permanecer livres. Só depende de nós, de nossas cidades e dos nossos governos ajudar a criar mudanças permanentes em benefício dos pedestres, ciclistas e outras pessoas que não dirigem carros.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Mutirão de Limpeza</title>
		<link>http://www.reacaoambiental.com.br/?p=5767</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 15:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Esotico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá amigos,
recebi de nosso amigo Vinicius Madazio e reproduzo a vocês.
Segue abaixo convite para a 5ª Ecomobilização, evento em parceria com a Sabesp e Prefeitura Municipal de São Paulo.
Forte abraço!

					
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos,</p>
<p>recebi de nosso amigo Vinicius Madazio e reproduzo a vocês.</p>
<p>Segue abaixo convite para a 5ª Ecomobilização, evento em parceria com a Sabesp e Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>
<p><a href="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image0021.gif"><img class="aligncenter size-large wp-image-5769" title="Mobilização" src="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image0021-339x1024.gif" alt="" width="339" height="1024" /></a>Forte abraço!</p>
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		<title>Como reduzir os gases de efeito estufa?</title>
		<link>http://www.reacaoambiental.com.br/?p=5763</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Esotico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá amigos!
Os gases do efeito estufa são aqueles que ficam acumulados na atmosfera terrestre e mantém o calor irradiado pela superfície terrestre, deixando o planeta mais quente. Esse fenômeno é natural, mas devido à crescente quantidade deles na atmosfera, o aumento de temperatura já chega a prejudicar o equilíbrio entre os sistemas. Por isso, reduzir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos!</p>
<p>Os gases do efeito estufa são aqueles que ficam acumulados na atmosfera terrestre e mantém o calor irradiado pela superfície terrestre, deixando o planeta mais quente. Esse fenômeno é natural, mas devido à crescente quantidade deles na atmosfera, o aumento de temperatura já chega a prejudicar o equilíbrio entre os sistemas. Por isso, reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2), do metano (CH4) e do óxido nitroso (N2O), entre outros, deve fazer parte do nosso dia-a-dia.</p>
<p>Abaixo algumas dicas que a galera da revista<a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/" target="_blank"> Atitude Sustentável</a> separou para nós!</p>
<p>Transporte</p>
<p>1. Quando possível, ir para os lugares a pé ou de bicicleta.</p>
<p>2. Incentnivar a cidade e as empresas a adotar uma politica de proteção aos ciclistas, como construir ciclovias e estacionamentos de bicicleta.</p>
<p>3. Evitar andar sozinho no carro. Alternativas dar ou pegar carona ou usar transporte coletivo.</p>
<p>4. Fazer revisão frequente dos carros e calibrar os pneus.</p>
<p>Consumo</p>
<p>5. Produtos locais poluem menos, já que precisam de menos transporte.</p>
<p>6. Usar produtos reciclados ou recicláveis.</p>
<p>7. Comprar apenas o que for necessário, utilizar ao máximo todos os produtos e vender, doar e reutilizar aqueles que seriam descartados.</p>
<p>8. Comprar produtos e eletrodomésticos com eficiência de energia.</p>
<p>9. Usar Ecobags para carregar as compras e evitar o uso de sacolinhas plásticas.</p>
<p>Casa</p>
<p>10. Manter a panela centralizada na boca do fogão faz com que aqueça mais rápido.</p>
<p>11. Fogões a gás emitem 50% menos de gases do efeito estufa que fogões elétricos.</p>
<p>12. Chuveiros elétricos chegam a emitir até quatro vezes mais gases do que os aquecidos à gás.</p>
<p>13. Evitar usar a secadora e usar o varal chega a emitir menos 3 kg de gases por lavagem.</p>
<p>14. Lavar a roupa com água fria, e não quente, pode reduzir a emissão de gases do efeito estufa em até 15 vezes.</p>
<p>15. Quando for construir ou reformar a casa, opte pela instalação de sistemas de armazenamento da água da chuva e utilização de energia solar.</p>
<p>Resíduos</p>
<p>16. Encaminhe os resíduos para reciclagem.</p>
<p>17. Separe corretamente os tipos de materiais e descartar de maneira adequada.</p>
<p>18. Faça compostagem com materiais orgânicos.</p>
<p>Energia</p>
<p>19. Sempre que possível, trocar o ar condicionado pelo ventilador.</p>
<p>20. Apagar as luzes sempre que não forem utilizadas e tirar da tomada os aparelhos que permanecem em stand-by.</p>
<p>Forte abraço.</p>
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		<title>Brasil continua importando lixo</title>
		<link>http://www.reacaoambiental.com.br/?p=5752</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 23:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[coleta seletiva]]></category>
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		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[lixo doméstico]]></category>
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		<description><![CDATA[O envio de resíduos domésticos para o país &#8211; que chegam da Europa &#8211; encontra brechas na demanda brasileira por plástico para reciclagem e na falta de coleta seletiva. Ibama desconfia de importadoras e decide multá-las.
Por trás dos episódios de envio de lixo doméstico para o Brasil, a partir de países da Europa, está um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O envio de resíduos domésticos para o país &#8211; que chegam da Europa &#8211; encontra brechas na demanda brasileira por plástico para reciclagem e na falta de coleta seletiva. Ibama desconfia de importadoras e decide multá-las.</em></strong></p>
<p>Por trás dos episódios de envio de lixo doméstico para o Brasil, a partir de países da Europa, está um esquema que vem se aproveitando da grande demanda brasileira por plástico para reciclagem e das facilidades para o polímero de etileno &#8211; termo industrial do produto &#8211; entrar no país. Nos casos de exportação de lixo para o Brasil descobertos até agora, resíduos que não são reaproveitados pela reciclagem foram colocados no lugar de plástico reciclável dentro dos contêineres transportados por navios da Europa aos portos brasileiros.</p>
<p>Apenas 20% do plástico consumido pelos brasileiros é reciclado e, por isso, a indústria da reciclagem prefere importar o material. Por falta de matéria-prima, a indústria trabalha com 30% de sua capacidade ociosa. Ao importar plástico, em vez de polímero de etileno, contêineres chegaram carregados de lixo.</p>
<p>O último carregamento, produzido provavelmente na República Tcheca e exportado da Alemanha para o Brasil, foi mandado de volta à sua origem no sábado, 21. Um contêiner lotado de resíduos descartáveis chegou ao Porto de Rio Grande (RS), num esquema muito semelhante ao do ano passado, quando 89 contêineres &#8211; carregados com 1,64 mil toneladas de lixo &#8211; aportaram em três cidades brasileiras. O lixo era proveniente da Inglaterra.</p>
<p>Nos dois casos, a carga deveria ser de plástico para reciclagem, como declararam os exportadores e os compradores responsáveis pelo negócio. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ouvidos pelo Correio suspeitam que o contêiner devolvido à Alemanha na semana passada pode ter sido um teste, uma forma de saber se, depois do episódio com o lixo da Inglaterra, novos carregamentos voltariam a entrar no Brasil.</p>
<p>A exportação de lixo doméstico para o Brasil só é possível por causa da conjunção de alguns fatores. O primeiro deles é a incapacidade de os municípios brasileiros estimularem a coleta de resíduos que podem ser reciclados, em especial o plástico. O produto tem um dos menores índices de reciclagem: apenas 21,2% foram reaproveitados em 2008 &#8211; latas de alumínio, por exemplo, são quase 100% recicladas no Brasil. O índice eleva os preços da matéria-prima para a indústria, que prefere importar o plástico. Em 2006, foram importadas 297,2 toneladas de plástico, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No ano passado, a importação subiu para 2,2 mil toneladas, um aumento de 631%.</p>
<p>Esse interesse maior pelo plástico motivou empresas de reciclagem de outros países &#8211; principalmente da Europa &#8211; a colocarem em prática um esquema que vai bem além da venda de polímero de etileno para o Brasil. Com o plástico, ou até mesmo sem a presença do material, são exportados resíduos inúteis para a reciclagem. O que aparece na descrição do produto é &#8220;desperdícios, resíduos e aparas de polímeros de etileno&#8221;. Pelo menos nas cargas oriundas da Alemanha e da Inglaterra, o que havia era lixo produzido por europeus.</p>
<p>A Receita Federal não confere um tratamento específico para o plástico importado, segundo os técnicos do Ibama ouvidos pelo Correio, o que estaria facilitando a entrada de lixo doméstico no Brasil. A Receita fiscaliza contêineres por amostragem. O Ibama é acionado quando há alguma suspeita de irregularidade. &#8220;Material para reciclagem sempre desperta alguma desconfiança&#8221;, diz um desses técnicos.</p>
<p>Para o diretor de Qualidade Ambiental do Ibama, Fernando Marques, a atuação da Receita Federal é &#8220;excelente&#8221;.</p>
<p>Toneladas</p>
<p>O plástico não é o único produto importado pelas indústrias de reciclagem. Somente em 2008, o país importou 20 mil toneladas de aparas de papel, enquanto exportou apenas 3,5 mil toneladas.</p>
<p>O diretor-executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), André Vilhena, sustenta que &#8220;não há problema&#8221; na importação de plástico, desde que não seja enviado lixo com o material reciclável.</p>
<p>O presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, Francisco de Assis Esmeraldo, atribui a origem do problema às falhas da coleta seletiva no Brasil. &#8220;A falta de coleta seletiva e, portanto, de matéria-prima a ser reciclada é que abre espaço para a importação ilegal de lixo.&#8221;</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
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		<title>Charge de sexta</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Esotico</dc:creator>
				<category><![CDATA[charge na sexta]]></category>
		<category><![CDATA[cartoon]]></category>
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		<description><![CDATA[A natureza é sábia&#8230;

Forte abraço.

					
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A natureza é sábia&#8230;</p>
<p><a href="http://greencartoon.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5757" title="arvore-nega-sombra" src="http://www.reacaoambiental.com.br/wp-content/uploads/2010/08/arvore-nega-sombra-447x331.jpg" alt="" width="447" height="331" /></a></p>
<p>Forte abraço.</p>
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		<title>São Paulo e Curitiba integram agenda mundial da biodiversidade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 22:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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		<description><![CDATA[Acontecerá em outubro deste ano em Nagoya (Japão) a Conferência sobre a Diversidade Biológica da ONU, equivalente à Conferência sobre Mudanças Climáticas que em 2009 aconteceu em Copenhague (Dinamarca).
O tema biodiversidade ganha cada vez mais importância dentro das discussões sobre a agenda da preservação ambiental. No Brasil, duas cidades despontam na tentativa de assumir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontecerá em outubro deste ano em Nagoya (Japão) a Conferência sobre a Diversidade Biológica da ONU, equivalente à Conferência sobre Mudanças Climáticas que em 2009 aconteceu em Copenhague (Dinamarca).</p>
<p style="text-align: justify;">O tema biodiversidade ganha cada vez mais importância dentro das discussões sobre a agenda da preservação ambiental. No Brasil, duas cidades despontam na tentativa de assumir a ponta das questões relacionadas à biodiversidade, Curitiba e São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">As duas integram o projeto LAB Pioneers do ICLEI, organização não governamental internacional que reúne mais de 1 mil cidades de 68 países envolvidos com o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">O LAB reúne 21 cidades com políticas voltadas à biodiversidade. Veja a seguir cada uma delas:</p>
<p style="text-align: justify;">Curitiba – Lançou o programa BioCity que, entre outras funções, pretende regular o crescimento da cidade de maneira a não afetar áreas naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo – Como a maior metrópole do hemisfério sul e centro comercial e financeiro, São Paulo adotou políticas que minimizem o impacto do consumo de recursos naturais. Mais que isso: adotou uma agenda ativa que dobrou o número de parques da cidade entre 2004 e 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">As demais cidades participantes do projeto e que se comprometeram a criar uma agenda de biodiversidade são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Amsterdã (Holanda)</li>
<li>Barcelona (Espanha)</li>
<li>Bonn (Alemanha)</li>
<li>Cidade do Cabo (África do Sul)</li>
<li>eThekwini (junto à Durban, África do Sul)</li>
<li>Edmonton (Canadá)</li>
<li>Ekurhuleni (África do Sul)</li>
<li>Île-de-France (região metropolitana de Paris)</li>
<li>Joanesburgo (África do Sul)</li>
<li>Joondalup (Austrália)</li>
<li>King County (onde está Seattle, Estados Unidos)</li>
<li>Leicester (Inglaterra)</li>
<li>Liverpool (Inglaterra)</li>
<li>Nagoya (Japão)</li>
<li>Seul (região metropolitana, Coreia do Sul)</li>
<li>Tilburg (Holanda)</li>
<li>Waitakere (Nova Zelândia)</li>
<li>Walvis Bay (Namíbia)</li>
<li>Zagreb (Croácia)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação</p>
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		<title>O lado escuro do papel</title>
		<link>http://www.reacaoambiental.com.br/?p=5744</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião no Reação]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[celulose]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[monocultura]]></category>
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		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eduardo Taras
Olá @migos!
Vocês sabiam que o papel esta na lista produtos de maior impacto ambiental?
Vejam isso:

Para se produzir uma arvore são necessários 16 anos;
Uma arvore produz em media 12 mil folhas.;
220 folhas pesam 1 Kg;
1 folha consome 0,045 KW de energia e 0,45 litros de água.
Em alguns paises o consumo de papel pode chegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eduardo Taras</p>
<p>Olá @migos!</p>
<p><strong>Vocês sabiam que o papel esta na lista produtos </strong>de<strong> <span style="text-decoration: underline;">maior impacto ambiental</span>?</strong></p>
<p>Vejam isso:</p>
<ul>
<li>Para se produzir uma arvore são necessários 16 anos;</li>
<li>Uma arvore produz em media 12 mil folhas.;</li>
<li>220 folhas pesam 1 Kg;</li>
<li>1 folha consome 0,045 KW de energia e 0,45 litros de água.</li>
<li>Em alguns paises o consumo de papel pode chegar a 300 kg per capita ao ano (segundo dados do IDEC)</li>
</ul>
<p>Bem, convido você a continuar lendo esta interessante matéria para entender de forma mais clara o que desejo dizer sobre o lado escuro do papel.</p>
<p>É difícil acreditar que uma simples folha de papel em sua trajetória da matéria-prima ao descarte final cause tantos problemas pelo caminho. Os impactos da produção já são conhecidos, e tão desastrosos que há anos a Europa tratou de &#8220;terceirizar&#8221; o setor. É claro, para os países em desenvolvimento, onde a fragilidade das leis ambientais, a carência por postos de trabalho e a necessidade de gerar divisas acenaram com boas-vindas.</p>
<p>Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 2 a 3 toneladas de madeira, uma grande quantidade de água (<strong>mais do que qualquer outra atividade</strong> <strong>industrial</strong>), e muita energia (está em quinto lugar na lista das que mais consomem energia). Em varios estágios de fabricação do papel existem produtos químicos altamente tóxicos tanto para o homem quanto para a natureza.</p>
<p>O alto consumo de papel e seus métodos de produção insustentáveis endossam o rol das atividades humanas mais prejudiciais ao planeta. E na esteira do consumo, cresce também o volume de lixo, que é outro sério problema em todos os centros urbanos.</p>
<p>Para contornar a situação, algumas saídas têm sido apontadas, como a utilização de madeira de reflorestamento, para frear a derrubada nas poucas áreas remanescentes de matas nativas, a redução do emprego de cloro nos processos de fabricação e a reciclagem do papel. Porém mesmo com essas medidas, e ao contrário do que as indústrias procuram estampar nos rótulos de seus produtos, ainda estamos muito longe de alcançar uma produção limpa e sustentável.<br />
Atualmente 100% da produção de papel e celulose no Brasil emprega matéria-prima de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (65%) e pinus (31%). Mas nem por isso podemos ficar tranqüilos. Segundo a consultora de meio ambiente do Idec, Lisa Gunn, utilizar madeira de área reflorestada é sempre melhor do que derrubar matas nativas, mas isso não quer dizer que o meio ambiente está protegido. &#8220;Quando o reflorestamento é feito nos moldes de uma monocultura em grande extensão de terras, não é sustentável porque causa impactos sociais e ambientais, como pouca oferta de empregos e perda de biodiversidade.&#8221;<br />
De acordo com algumas pesquisas científicas, a monocultura do eucalipto, por exemplo, consome tanta água que pode afetar significativamente os recursos hídricos.</p>
<p>Segundo Daniela Meirelles Dias de Carvalho, geógrafa e técnica da Fase, uma organização não-governamental que atua na área sócio-ambiental, a indústria de celulose chegou ao Espírito Santo na década de 1960, quando se iniciou um rápido processo de devastação da Mata Atlântica a estinção de alguns rios e a expulsão de comunidades rurais. &#8220;A empresa Aracruz Celulose invadiu áreas indígenas em processo de demarcação e expulsou índios tupiniquins e guaranis de 40 aldeias. No norte do estado, a empresa ocupou terras quilombolas, expulsando cerca de 10 mil famílias&#8221;, afirma. De acordo com a Fase, atualmente restam apenas seis aldeias indígenas, que reivindicam 10.500 hectares indevidamente apropriados pela empresa, e 1.500 famílias quilombolas.<br />
Depois da Aracruz, vieram outras empresas para a região, como a Suzano e a Bahia Sul, que, segundo a geógrafa, ocupam as terras mais agricultáveis e áreas que deveriam ser de conservação permanente. &#8220;Tudo com a conivência dos governos, que atuam como facilitadores liberando plantios, autorizando o desvio de rios (como o Rio Doce) para abastecer a fábrica e liberando recursos via BNDES para os programas de expansão das empresas&#8221;, critica a geógrafa.</p>
<p>A boa notícia é que a mobilização social na região vem crescendo e já obteve vitórias significativas. Atualmente já são mais de 100 ONGs integrantes do movimento Rede Alerta contra o Deserto Verde, como é denominada a monocultura do eucalipto. Uma importante vitória foi ter conseguido impedir que a Aracruz obtivesse o selo FSC (do Conselho de Manejo Florestal). Para obter a certificação, a empresa precisa do aval das comunidades do entorno.</p>
<p><strong>O preço da brancura</strong></p>
<p>Matéria-prima básica da indústria do papel, a celulose é um material fibroso presente na madeira e nos vegetais em geral. No processo de fabricação, primeiro a madeira é descascada e picada em lascas (chamadas cavacos), depois é cozida com produtos químicos, para separar a celulose da lignina e demais componentes vegetais. O líquido resultante do cozimento, chamado licor negro, é armazenado em lagoas de decantação, onde recebe tratamento antes de retornar aos corpos d&#8217;água.</p>
<p>A etapa seguinte, e a mais crítica, é o branqueamento da celulose, um processo que envolve várias lavagens para retirar impurezas e clarear a pasta que será usada para fazer o papel. Até pouco tempo, o branqueamento era feito com cloro elementar, que foi substituído pelo dióxido de cloro para minimizar a formação de dioxinas (compostos organoclorados resultantes da associação de matéria orgânica e cloro). Embora essa mudança tenha ajudado a reduzir a contaminação, ela não elimina completamente as dioxinas. Esses compostos, classificados pela EPA, a agência ambiental norte-americana, como o mais potente cancerígeno já testado em laboratórios, também estão associados a várias doenças do sistema endócrino, reprodutivo, nervoso e imunológico.</p>
<p>Mesmo com o tratamento de efluentes na fábrica, as dioxinas permanecem e são lançadas nos rios, contaminando a água, o solo e conseqüentemente a vegetação e os animais (inclusive os que são usados para consumo humano).<br />
A Europa já aboliu completamente o cloro na fabricação do papel. Lá o branqueamento é feito com oxigênio, peróxido de hidrogênio e ozônio, processo conhecido como total chlorine free (TCF). Já nos Estados Unidos e no Brasil, e em favor de interesses da indústria do cloro, o dióxido de cloro continua sendo usado.</p>
<p><strong>Reciclagem</strong></p>
<p>Reciclar papel e papelão não só ajuda a reduzir o volume de lixo como evita a derrubada de árvores. No Brasil, apenas 37% do papel produzido vai para a reciclagem. De todo o papel reciclado, 80% é destinado à confecção de embalagens, 18% para papéis sanitários e apenas 2% para impressão.</p>
<p>Segue algumas dicas de consumo</p>
<p>- Reduza o uso de papel (e de madeira) o máximo possível.<br />
- Evite comprar produtos com excesso de embalagem.<br />
- Ao imprimir ou escrever, utilize os dois lados do papel.<br />
- Revise textos na tela do computador e só imprima se for realmente necessário.<br />
- Dê preferência a produtos reciclados ou aqueles que trazem o selo de certificação do FSC.<br />
- Separe o lixo doméstico e doe os materiais recicláveis para as cooperativas de catadores. Saiba que 80% do papel que consumimos é na forma de embalagens.<br />
- Organize-se junto a outros consumidores para apoiar ações sócio-ambientais e pressionar o governo a fiscalizar empresas, criar leis de proteção ambiental e programas de incentivo à produção mais limpa e com controle de efluentes.<br />
- Use filtros, guardanapos de pano.</p>
<p>Proponho uma reflexão:</p>
<p>- Quantas folhas de papel você utilizou hoje? Quantas você jogou no lixo, ou viu outras pessoas jogando? E ainda, quantas você se deparou hoje que estão jogadas nas caixas ou nos cantos de seu local de trabalho que não são utilizadas?</p>
<p>Entender.</p>
<p>Refletir.</p>
<p>Mudar e</p>
<p>Agir.</p>
<p>Abraços</p>
<p>OBS.: As referencias e os dados informados foram em sua maioria retirados do site do IDEC -  Instituto Brasileiro de Defesa do Consumido – na aba – Revista do Idec On Line – serviços ambientais (nesta fonte é possível ler esta matéria completa e outras ainda).</p>
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		<title>Restos de podas são transformados em adubo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Esotico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A lotação dos aterros sanitários é uma questão que tem sido amplamente discutida. Foi pensando nisso que a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca de Itaboraí decidiu uma forma de diminuir a quantidade de lixo nesses locais: restos das podas de árvores agora viram adubo. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A lotação dos aterros sanitários é uma questão que tem sido amplamente discutida. Foi pensando nisso que a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca de Itaboraí decidiu uma forma de diminuir a quantidade de lixo nesses locais: restos das podas de árvores agora viram adubo. </p>
<p>O desafio foi encontrar na compostagem o destino certo para folhas e galhos. Agora, o material recolhido, diariamente, pelas equipes de manutenção urbana da Prefeitura é transformado em adubo para plantas utilizadas no paisagismo da cidade.</p>
<p>Desde o mês de julho, a matéria-prima para a compostagem é encaminhada ao Horto Municipal, em Penedo. Folhas e galhos são estocados, preparados e transformados em composto orgânico usado no preparo da terra. A técnica utilizada controla a decomposição do material, com finalidade de obter um composto rico em nutrientes, minerais e sem produtos químicos.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca de Itaboraí, aproximadamente oito mil quilos de poda são realizadas mensalmente. Deste total, três mil quilos são transformados em composto, no prazo de 100 dias, tempo que o material necessita para virar adubo. “É um adubo de qualidade, que reduz a incidência de pragas, deixando a planta ainda mais saudável”, destaca o secretário Renato Ferreira.</p>
<p>Forte abraço</p>
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